
Das sombras do sertão às ruas das grandes cidades, o terror brasileiro tem hoje escritores contemporâneos de vozes muito diferentes. Veja dez autores brasileiros de terror, entre os melhores nomes do gênero em atividade, e conheça as obras de cada um.
1. Ana Paula Maia: sua ficção brutal e visceral é tratada pela crítica como terror e já a levou ao International Booker Prize como finalista. Obras: Assim na Terra como Embaixo da Terra e De Gados e Homens.
2. Raphael Montes: seu suspense psicológico com pitadas de horror é traduzido em vários países e ganhou versões na TV. Obras: O Vilarejo e Jantar Secreto.
3. Marcos DeBrito: escritor e cineasta, um dos nomes mais conhecidos do terror nacional. Obras: Condado Macabro, que virou filme em 2015, e Casa dos Pesadelos.
4. Giulia Moon: escreve e ilustra suas histórias, com um universo sombrio de vampiras e criaturas. Obras: Flores Mortais, uma coletânea de contos de vampiras, e a série Kaori.
5. Ademir Pascale: escritor de terror desde 2005 e fundador e editor-chefe da Revista Conexão Literatura, que já entrevistou centenas de autores. Obras: Encruzilhada, O Clube de Leitura de Edgar Allan Poe e Caçadores de Demônios (Editora Draco).
6. Cesar Bravo: nascido em Monte Alto (SP), cria um terror regional e nostálgico, publicado pela DarkSide Books. Obras: VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue, com 18 contos na fictícia Três Rios, e Amplificador.
7. Márcio Benjamin: potiguar, leva o horror para o sertão e o folclore nordestino, com um texto cinematográfico. Obras: Maldito Sertão, Agouro e Sina (DarkSide Books).
8. André Vianco: um dos maiores best-sellers do gênero no país, com vampiros em cenários brasileiros. Obras: Os Sete e O Senhor da Chuva.
9. Cláudia Lemes: autora de suspense sombrio com forte apelo popular, com direitos de cinema vendidos em 2020. Obras: Eu Vejo Kate e A Segunda Morte de Suellen Rocha.
10. Cristhiano Aguiar: escritor pernambucano que explora os horrores do cotidiano e da história do Brasil. Obras: Gótico Nordestino, com oito contos que passam pela ditadura e pela pandemia.
Leia também a versão original deste artigo na Revista Conexão Literatura.
Nenhum comentário:
Postar um comentário